Seduzir com prazer

Ao criar este blogue, a ideia foi partilhar a minha experiência adquirida ao longo de 15 anos de frequência em sites, chats e redes sociais. Teclei, conversei, conheci muitas pessoas e vivi experiências que foram a vertente prática da minha aprendizagem. A net, com a possibilidade de nos relacionarmos anonimamente, veio trazer novas formas de interagirmos uns com os outros.

O objetivo deste blog é, através da partilha, ajudar a que todos nós compreendamos melhor esta nova realidade, e com isso estimular a reflexão de temas como o amor, o sexo e os relacionamentos em geral. Assim, publicarei algumas histórias por mim vividas, reflexões, informação que ache relevante, históricos de conversas, e algumas fotos sensuais de corpos de mulheres com quem troquei prazer e que tive o privilégio de fotografar. Todos os textos e fotos que vou publicando, não estão por ordem cronológica, e podem ter acontecido nos últimos 15 anos ou nos últimos dias. Todas as fotos e conversas publicadas, têm o consentimento dos intervenientes.

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26.9.13

H020 Amesterdam (parte II)

(continuação da parte I da História H020 Amesterdam)

Eu estava encantado a olhar para a cara dela. A rapariga era linda mesmo.
Ela apanhou-me com ar hipnotizado a olhar para ela…
Ela - What?
Eu  - you are so beautiful… and the color of your hair is awesome… can I touch it?
Ela - of course. You can touch where you want.
Passei-lhe a mão pelo cabelo quase branco de tão clarinho que era. Os cabelos caiam por cima dos seios que se viam parcialmente através do roupão já mal composto. Ela estava sem soutien e as minhas mãos foram descendo pelo cabelo bem devagarinho até chagarem aos seios. Abri-lhe mais o roupão, deixando as duas maminhas de fora. Tinha umas maminhas lindas. Apalpei-lhe as mamocas com muita suavidade. Sentindo a pele macia com delicadeza.
Eu - I am amazed with the color of your hair… downstairs is the same color?
Ela - downstairs?
Apontei para a cona com ar maroto. Ela riu-se…
Ela - of course it’s the same color.
Eu - can I see? I have never seen a pussy with that color.
Ela desapertou o roupão ao mesmo tempo que se deixava escorregar no sofá, de forma a ficar quase deitada, e abrindo as pernas.
Bem… uma delícia. Fiquei a olhar para aquela coninha linda, muito rosadinha, com uns pelinhos amarelinhos muito clarinhos, quase brancos. (Pantone 106C) heheheh.

Aproximei-me, sentando-me no chão, entre as pernas dela. Sempre a olhar para aquela cona linda e bem diferente do que eu estava habituado. Ela era mesmo toda “nórdica”. Pus-lhe uma mão em cada joelho e fui deslizando devagarinho e com muita suavidade pelas pernas acima até à coninha. Toquei-lhe muito ao de leve na coninha, mexendo-lhe naqueles pelinhos lindos. Ficámos assim algum tempo a saborear o momento. Ela estava de olhos fechados a sentir as minhas caricias muito suaves na coninha dela. Passava-lhe os dedos na cona muito ao de leve, e sentia-a abrir-se e ficando húmida.
Sussurei-lhe…
Eu - Can I kiss her?
Ela respondeu com uma voz meia rouca e de quem já está completamente entregue…
Ela - Yessssss… be my guest.
Encostei a minha cara a uma das pernas e fui beijando muito suavemente em direcção à coninha dela. Queria viver e recordar aquele momento por muito tempo e não tinha pressa de chegar ao destino. Comecei a dar uns beijinhos muito suaves naquela coninha linda, até senti-la a abrir-se completamente, com os lábios a ficarem grossos e rijos. O clitoris também já estava a ficar mais duro, mesmo bom para chupar. Senti a respiração dela a ficar alterada. Depois de muitos beijinhos de várias intensidades, comecei a explorar aquela coninha doce, com a língua. Cada recantozinho foi vasculhado com muito prazer. A sua respiração alterada já se misturava com gemidos de prazer. A rapariga estava mesmo curtir as minhas lambidelas. Como já estava de pau bem teso, tive que desapertar as calças para dar espaço ao grandalhão que já não cabia nas calças.

Fui percebendo como ela gostava mais, pela resposta vinda da coninha e pelos gemidos que ela ia soltando, e fui lambendo de forma a ir aumentando o prazer dela. Já estava na altura de introduzir um dedinho naquela cona boa para lhe massajar o ponto G. Com muita suavidade, introduzi primeiro um e depois outro dedo, sempre sem parar de lamber aquela cona gostosa. Guiado pelo sinais que me chegavam do corpo dela, foi fácil encontrar o ponto preciso de onde massajar com os dedos, que junto com as lambidelas e chupões naquele clitóris bem definido e inchado, estavam a deixá-la completamente louca de prazer. A intensidade do prazer foi aumentando a grande velocidade e foi com grande estrondo que a rapariga se esporrou toda na minha boca. Digo esporrou, porque Juntamente com um orgasmo muito intenso, a rapariga ejaculou como gente grande. Uma delícia. Claro que não perdi pitadinha daqueles fluidos todos, e lambi que me fartei. Estava a ver que me vinha a lamber.

Depois daquele final arrebatador, a rapariga ficou de rastos, e ainda estava com a respiração ofegante quando me disse…
Ela - I am sorry! This never happened to me before. I peed all over me with the pleasure ... what a shame… I am so sorry
Eu - You haven't peed my dear ... you ejaculated... you squirt… pop off
Ela - What?? are you sure???
Eu - of course I'm sure ... I licked every little thing… and I know the flavor.

Tadinha da rapariga… pensou que se tinha mijado toda a vir-se. Mas o que aconteceu foi que ela ejaculou, pelos vistos pela primeira vez na vida dela. Dei-lhe uma breve explicação acerca da matéria, e lá a fiz entender que ela tinha ejaculado, e que não se tinha mijado.

Sentei-me no sofá ao lado do dela, onde saboreei um cigarro e acabei com a Heineken que estava a beber. Eu já tinha estado bem teso quando a estava a lamber, mas quando me sentei a fumar o cigarro, o gostoso ficou grandalhão, pesadão, mas mais molinho, a tirar um momento de descanso. Ainda não tinha acabado o cigarro quando a Judith se ajoelhou entre as minhas pernas, e começou a acariciar o gostoso enquanto o via endurecer.

- Wow ... It's so big and so hard. I don't know if I have mouth to all this.
Quando o gostoso ficou bem duro, ela aproximou a cara, cheirou-o, esfregou-o na cara, e começou a lambê-lo suavemente, até que acabou por enfiá-lo todo na boca. Começou a mamar suavemente enquanto o agarrava com força com uma mão e acariciava-me os tomates com a outra. Apesar dos seus tenrinhos 27 anos, já dava muito bem conta do recado.
Eu - Huumm tão bom. Chupa-me esse caralho todo minha puta.
Ela - What are you saying?
Eu - I'm saying you're a sweetheart
Ela - I can imagine.
Mamou.. chupou… lambeu… deliciou-se toda com o gostoso.
Ela - I need to sit on top of it.
Eu continuava sentado, ela puxou-me as calças para baixo e pôs-se de joelhos em cima do sofá, virada para mim e enterrou-se toda no gostoso.
Ela - huummm… delicious… This way I can come quickly.

Sempre bem enterrada no gostoso, começou a esfregar-se toda, em movimentos rápidos enquanto me abraçava a cabeça e a apertava contra as mamas dela. Eu fazia um esforço para não me esporrar todo, mas não estava nada fácil de conter. Quando se estava quase a vir, agarrou-me pelos cabelos, puxou-me a cabeça para trás e beijou-me e lambuzou-me a boca toda enquanto se vinha com grande alarido. Como estava a beijar-me ao mesmo tempo, os gritos e gemidos ficaram meio abafados. Uma maravilha. Foi bom senti-la vir-se de forma descontrolada enquanto me lambuzou todo. Se ela continuasse mais 2 minutos, tinha-me vindo. Mas ainda bem que assim não foi. Queria retardar ao máximo uma ejaculação, para me vir à minha vontade depois de ela já estar de rastos.

(Continua no próximo post)

5 comentários:

Anónimo disse...

as tuas historias são um tesão!!

Anónimo disse...

mortinha por ler mais!!

AM

xarmus disse...

Olá AM... obrigado pela forcinha... Hoje depois da meia noite... continua.

Beijo

Anónimo disse...

What are u saying?
Im saying you're a sweetheart!

ADOREI! Ahahahahah! Muito bom!

xarmus disse...

É a vantagem de papar estrangeiras... hehehehehehe... embora a maior parte das mulheres gostem de ouvir estas coisas, mas como não conhecia bem a rapariga... achei melhor não traduzir correctamente o que disse.